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Série de entrevistas com profissionais que atuam em diferentes àreas da Psicologia do Esporte.

Entrevista – Rubens Costa

Dando continuidade a série de entrevistas, “Quem faz a Psicologia do Esporte?” O blog conversou com o colega e especialista em lutas, Rubens Costa. Confira!!!

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“a resistência que tenho constatado relativa ao trabalho da área da psicologia do esporte se dá por parte de treinadores esportivos jurássicos amedrontados com a perda do poder e espaço, que se acham super poderosos acreditando que sozinhos podem ter a solução para todos os problemas” 

Blog – Conte-nos sobre sua formação profissional.

 Rubens: Cursei Administração de Empresas, em seguida Psicologia e por fim fiz 2 anos de Mestrado em Psicologia Social, tudo isto nos anos 70 e 80.

 Blog – Quanto tempo atua na psicologia do esporte?

 Rubens: Nos últimos 12 anos tenho trabalhado na área da Psicologia do Esporte especificamente com   lutas como  Boxe, MMA (Artes Marciais Mistas), Muay thai, Kick Boxing e Luta Olímpica, atendendo treinadores e atletas amadores e profissionais de alto rendimento esportivo.

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Entrevista – Marta Ap. Magalhães de Sousa

Dando continuidade a série de entrevista (Quem faz a Psicologia do Esporte?), o blog teve a oportunidade de conversar com *Marta Aparecida Magalhães de Sousa, psicóloga do esporte da arbitragem da CBF. É importante salientar que a psicologia do esporte pode contribuir para os outros agentes envolvidos com a competição. A arbitragem é um elemento primordial para tal e carece de intervenção especializada.

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Blog – Qual a sua formação profissional.

Marta: Sou formada em Psicologia, fiz algumas especializações: na área Clínica em Gestalt-Terapia no Instituto Sedes Sapientiae, nessa mesma instituição fiz a especialização em Psicologia do Esporte. Na área escolar fiz especialização no Instituito Pieron em Psicologia Escolar, orientação educacional e vocacional.

 

Blog – Comente sua trajetória no trabalho como psicóloga do esporte da arbitragem. Em quais instituições trabalha?

 

Marta: O Trabalho como Psicóloga do Esporte, iniciou no Sindicato dos Árbitros do Estado de São Paulo em 2004, em 2005 avançou com a Ginástica Artística no Ginásio Bonifácio na Cidade de Guarulhos, em 2007 iniciamos junto aos árbitros da Comissão Nacional da Arbitragem (CBF), trabalho processual junto ao quadro de árbitros e árbitros assistentes de todo o Brasil.

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Entrevista – Márcia Pilla do Vale.

Dando continuidade a sessão do blog: Quem faz a Psicologia do Esporte? Tive o prazer de conversar com Márcia Pilla do Vale. Confira abaixo, um pouco da experiência e das idéias da colega.

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Blog:  Comente sobre sua formação?
Márcia: Na época em que fiz a graduação não se falava em Psicologia do Esporte. A partir da necessidade prática, quando comecei a trabalhar na área, fui atrás de conhecimento técnico. Busquei cursos de extensão, entrei no Mestrado e me aperfeiçoei. Inicialmente, era complicado até de conseguir livros e artigos específicos da área. Nos reuníamos em grupos de estudos para estudar e discutir a partir da experiência de cada um.

Blog: Como e quando iniciou na psicologia do esporte?
 Márcia: Trabalhava numa escola que fica dentro de um clube poliesportivo. Me interessei pela Psicologia do Esporte a partir da observação dos ambientes de treinamento. Comecei o trabalho com a equipe de Ginástica Artística e posteriormente ampliamos para Esgrima, Natação, Ginástica Rítma, Vôlei e Basquete. Fiz Mestrado e busquei me aperfeiçoar na área. Penso que o psicólogo é fundamental não só trabalhando junto aos atletas como com a equipe técnica.

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Entrevista – Gisele Silva e Fátima Novais

 Dando continuidade a série de entrevistas “Quem faz a psicologia do esporte?”. O Blog teve o prazer de entrevistar uma dupla. Segue abaixo o perfil de nossas entrevistadas e um pouco do relato de duas experiências.

Gisele Silva: Psicóloga, formada pela Universidade São Judas Tadeu; Especialista em Psicologia do Esporte pelo Instituto Sedes Sapientiae. Desde então, se dedica para a implantação da psicologia esportiva nos clubes que atua, sendo, Sociedade Esportiva Palmeiras e Seleções Brasileiras de Rugby (Union e Seven).

Fátima Novais: Psicóloga formada pela Universidade São Judas Tadeu. Especialista em Psicologia do Esporte pelo Instituto Sedes Sapientiae. Atuou em busca do alto rendimento com atleta de BMX Bike Vertical, com as equipes de natação de São Caetano, com as categorias de base do basquete da Sociedade Esportiva Palmeiras e com a Seleção Brasileira Masculina de Rugby Union. Atualmente vem desenvolvendo um trabalho com a Seleção Olímpica Brasileira Masculina de Rugby Seven.

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Blog –  Como e por que escolheram a psicologia do esporte para atuar? Conte-nos suas trajetórias?

Gisele: Todos os temas relacionados ao esporte sempre me chamaram atenção e, assim, percebi que o meu maior interesse estava relacionado à compreender como era para o atleta obter o seu melhor desempenho num ambiente cercado de cobranças e pressões. Ai veio a Psicologia do Esporte.

Fátima: Sempre tive paixão pela área do Esporte e da Psicologia. Cheguei prestar vestibular para Educação Física e não passei. Optei pela Psicologia. Ainda no segundo ano da faculdade descobri a Psicologia do Esporte e desde lá tracei como objetivo conhecer a atuar nessa área. A Psicologia Clínica foi me ganhando aos poucos e hoje trabalho nas duas áreas. Continue lendo