Arquivo da tag: Psicologia geral

Onipotência

meme-16451-eu-sou-o-caraO texto de hoje é uma pequena reflexão sobre os limites da atuação do psicólogo do esporte diante do sucesso de uma equipe esportiva e a prevenção de comportamentos.

Fico incomodado com a postura de alguns colegas que disseminam o pensamento de que a Psicologia resolve tudo, é a salvação da sociedade, esse tipo de conduta também acontece frequentemente na Psicologia do Esporte. Temos nossas limitações como qualquer outra ciência.

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Motivação

gandhi_motivationO que a motivação tem haver com as nossas conhecidas promessas e resoluções de ano novo? Emagrecer, parar de fumar, casar, ter filhos, comprar um imóvel, mudar de emprego, melhorar as relações pessoais? Expectativas muito comum nas nossas intenções para o ano que ainda se inicia.

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O medo no esporte

esqueleto - munch

O medo, assim como outras emoções primárias, está inscrito no código genético de muitos seres vivos é um legado evolutivo vital. Sua função é “avisar” o organismo dos perigos eminentes. Em geral, o medo é benéfico e saudável, somente quando é excessivo (em casos patológicos de pânico ou fobias) pode ser tornar um transtorno psicológico.  Por outro lado, uma pessoa totalmente destemida provavelmente não teria vida longa: atravessaria uma avenida movimentada no sinal vermelho ou não hesitaria em enfrentar um leão, por exemplo.

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Ex- ginasta abre seu coração

O post de hoje é diferente, um pouco mais longo do que costumo compartilhar. Quem o  escreveu foi a ex-atleta, Isabella Cêpa, ela conta um pouco da sua trajetória no esporte. Isabella é leitora do blog, têm 18 anos, entrou em contato comigo, trocamos algumas mensagens e prôpus a ela que escrevesse um pouco. Confira!!!

Vale ressaltar a importância do trabalho do psicólogo do esporte nas categorias de base, talvez a nossa principal função no esporte de rendimento é justamente trabalhar na formação dos futuros atletas e dar suporte a grande maioria que não se tornará atleta adulto. Ficam as perguntas: será que as angústias, medos e conflitos de experiências similares com a de Isabella não poderiam ser minimizadas? Quantos talentos foram desperdiçados nas diversas modalidades e ficaram pelo caminho pela simples falta de auxilio psicológico adequado?

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(Isabella em ação com 11 anos)

Comecei a treinar Ginástica Rítmica numa turma de iniciação em novembro de 2003, eu tinha 10 anos. Uma amiga que já fazia aulas me chamou pra fazer com ela porque eu era muito flexível. Depois de um mês de aulas a professora disse que eu tinha muito talento e me convidou para fazer parte da equipe do Pré-Treinamento (que participava das competições estaduais não federadas).

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